...e esgravata.

sábado, 22 de março de 2008

_____________________n.º 403.




"Hotel Chevalier" [+ The Darjeeling Limited], 2007;

Wes Andersen




6 comentários:

teresa disse...

TRASTE É O QUE ESTE HOMEM É!

jaz.mim_tu... aqui. disse...

con.traste.

permites-me que não concorde contigo...:/?

acho o sentimento deles tão autêntico, puro e honesto... ele quis apenas evitar/atenuar a dor da perda, da separação, de ambos, já que tanto ele como ela estavam de partida ... percebes? foi uma forma bonita e doce de se protegerem um ao outro... porque ambos são frágeis, ambos se amam profundamente.
é tão poético e doce na sua inevitável amargura...

se reparares bem, ele fica muito triste [sentido]e apreensivo com a "demora" [hesitante] da resposta dela quando lhe pergunta se tinha dormido com alguém...

:)

agora uma associação muito parva: não achas esta "curta-metragem" um bocadinho antonioniana... na sua forma como e no seu conteúdo? os diálogos suspensos, a importância, das intermitências silenciosas, e musicadas, a linguagem poética e expressiva dos décoors, e depois aquela parte em que a nathallie lhe pergunta se estaria a fugir dela não deixa margem para quaisquer dúvidas, caramba!! quer na ênfase, quer no texto, é uma evoção explícita de uma das frases chavão do "the passenger" quando maria interroga mr. locke do que é que ele estava a fugir.

a sério, gostava saber a tua opinião... viste o filme, não viste? :P

jaz.mim_tu... aqui. disse...

lapsos: natalie portman...;
vígulas onde não deveriam eistir e tal...; décors... enfim...

jaz.mim_tu... aqui. disse...

"vírgulas" e "existir" - irra!!

teresa disse...

Muito sinceramente n sei... o filme é muito ambíguo.

jaz.mim_tu... aqui. disse...

con.traste.#2 :P

.?.

« - amigos? - amigos não. não preciso da tua amizade. preciso de ti. do teu amor.»

lembras-te...?

reconheço a susceptibilidade polissémica; no entanto o discurso oculto que perspassa pela gerência dos silêncios é tão expressivo e límpido. traduz de forma inequívoca a in.definição da tal complexidade do amor... foi o que me pareceu, pelos menos...

jaz.mim_tu... aqui, deixara de o ser.

à espreita de fa|c|to & gravata.

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